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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Possibilidades e Estratégias no ensino de música para Surdos do Instituto Felipe Smaldone em Belém

A Música pode ser definida de diversas formas, sendo simultaneamente arte e ciência, estando presente nas mais diversas épocas, culturas, idades, regiões e classes sociais. A música vem acompanhando o desenvolvimento humano no decorrer dos séculos, sendo considerada a manifestação artística mais presente no nosso cotidiano. Cabe uma pergunta: se é um conhecimento tão presente em nosso dia-a-dia, por que não disponibilizar este conteúdo também para alunos com surdez e DA?

A aprendizagem musical é de suma importância para o desenvolvimento do indivíduo, pois estudos e pesquisas comprovam que o estudo da música, além de contribuir na formação de valores pessoais, desenvolve o lado cognitivo, psicomotor, emocional e afetivo, além de ter um forte papel social, ajudando a integrar os membros de um grupo. Sendo assim, percebemos a importância de oportunizar a prática musical.

A música colabora com o controle emocional e auxilia a área da saúde, como recurso terapêutico. Tem forte papel social, ajudando a integrar os membros de um grupo. Contribui para que os alunos aprendam a atuar com o próprio corpo, a afinar-se em relação a si mesmos e ao outro. A música “talvez” não faça chover, mas auxilia a aprender a ser, a conviver, a fazer e a conhecer.

Compartilho então com vocês minha esperança de ver frutos deste trabalho no Instituto Felipe Smaldone onde trabalho com educação musical. O encanto do trabalho está no desafio onde o objetivo principal é trabalhar o bem-estar dessas crianças e jovens atendidos no IFS, o foco do trabalho não é o resultado, embora saibamos que o artista quer mostrar seu trabalho. O que procuro valorizar é o processo que é muito lúdico, como sempre deve ser o trabalho com crianças.

Objetivos

Objetivo Geral:

Estimular a musicalidade nos alunos do Instituto Felippo Smaldone através de vivências com instrumentos musicais, elementos da escrita musical, facilitando o processo de criação e execução de músicas.

Objetivos Específicos:

Trabalhar a música desde a sensibilização musical através de simples exercícios rítmicos até a leitura de partitura;

Desenvolver grupos musicais com instrumentos de percussão, flauta doce, violão e instrumentos de teclas, onde os alunos possam exercitar o aprendizado.

Proporcionar um ambiente de criatividade.

Confeccionar instrumentos musicais.

Fornecer informações sobre os elementos básicos presentes em uma partitura musical.

Conteúdo

Células rítmicas simples – práticas percussivas

Conhecendo as notas – Iniciação ao teclado

Iniciação ao violão – cifragem

Iniciação à Flauta Doce

Propriedade do SOM

Notação Musical

Prática em Grupo

Metodologia de Ensino do Conteúdo

Céluals rítmicas simples – práticas percussivas

Repassadas sempre do mesmo modo: o professor mostra célula rítmica, tocando, usando tambor e o maracá. Em seguida, distribuem-se aos alunos as maracas, que neste estágio funciona como respostas, ou seja, o tambor faz uma pergunta e em seguida há uma resposta dada pelos alunos.

Após este processo, cada aluno terá a oportunidade de usar o tambor, fazendo a pergunta. Todas as células rítmicas são expostas no quadro para que aos poucos, o aluno tenha contato com as figuras musicais. Além do tambor e maracás utilizamos outros instrumentos rítmicos.

Conhecendo as notas – Iniciação ao teclado

O professor ensina em LIBRAS os nomes das notas usando uma escaleta, numerada. Ou seja, o número 1 é dó, 2 é ré, 3 é mi etc. além da linguagem de sinais, o aluno também FALA o nome da nota. Em seguida o aluno vai até o teclado tocar as notas, trabalhando principalmente a digitação.

Ao final da aula fazemos uma avaliação de como o aluno absorveu o conteúdo, além da verbalização do fonema com o nome da nota.

Iniciação ao violão – cifragem

Primeiramente o professor faz uma exposição do violão, o número de cordas, o número dos dedos, como pegar o violão, como tocas nas cordas etc. em seguida, o professor ensinará acordes simples e suas respectivas passagens: MI menor para LA Maior; MI Maior para LA menor; LA para RÉ etc. Aproveitamos este momento para explicar que cada acorde tem, não só uma cifra, mas também um símbolo universal, usado em todos os países e serve também para uma melhor visualização, já que trabalhamos com alunpos surdos.

Iniciação à Flauta Doce

Primeiramente ensinamos ao aluno surdo a controlar e regular o sopro. Só depois da consciência adquirida, é que ensinamos as notas da mão esquerda: SOL, LA, SI, DÓ e RÉ. Começamos a repassar as posições de modo gradativo desde as posições mais fáceis até as mais difíceis.

Propriedade do SOM

Inicialmente são mostrados dois desenhos aos alunos: num temos um círculo grande com a palavra FORTE; noutro um círculo pequeno com a palavra FRACO. O professor demonstra para os alunos tocando no tambor, a diferença entre forte e fraco. Os alunos são convidados a brincar tocando de acordo com o cartaz mostrado pelo professor, também de modo gradativo, as mudanças rápidas. Depois os alunos fazem esta brincadeira entre si.

Depois da mesma forma, são mostrados aos alunos mais dois desenhos: um com uma tira grande escrito LONGO e outro com uma tira pequena escrito CURTO. Do mesmo modo os alunos são convidados a fazer a brincadeira e logo, faremos associações entre FORTE e LONGO; CURTO e FRACO; FRACO e LONGO; CURTO e FORTE.

Notação Musical

Depois que os alunos aprendem os nomes das notas, tanto em LIBRAS quanto oralmente, repassamos a notação na pauta musical, conhecida também como pentagrama. Por meio de aula expositiva, são repassados conhecimentos quanto à leitura musical como, por exemplo: claves de SOL e FA; figuras de ritmos, figuras de pausa etc.

Através de exercícios, fortalecemos o aprendizado sobre os elementos básicos de uma partitura musical. A partir daí, os alunos estarão aptos a executar ritmos e melodias escritos em uma partitura. É um trabalho difícil, um desafio, mas gratificante.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Curso/Prêmio Aprendizagem Baseada em Projetos

Amigos estou compartilhando uma dica legal:
Professor, você já pensou na oportunidade de compartilhar aquele Projeto que você criou e ainda ganhar um notebook?
Pois então saiba que esta oportunidade chegou.

A Intel está lançando uma nova série de cursos na web para auxiliar professores a desenvolver melhor a aprendizagem dos seus alunos com o auxílio de projetos tecnologias. O primeiro curso desta série de cursos é o “Aprendizagem Baseada em Projetos”. O curso tem carga horária de 40hs para os educadores que realizarem o curso e elaborarem o Plano de Ação proposto, que precisa ser publicado ao final do curso.

Neste curso é possível explorar características e benefícios da Aprendizagem por meio de Projetos usando cenários de sala de aula reais. Dentre os assuntos abordados nos módulos destacamos:

Visão geral de projetos,
Concepção de projetos,
Avaliação,
Planejamento de projeto,
Orientação de aprendizagem.
O curso oferece oportunidades de aplicar os conceitos adquiridos em Planos de Ação reais.

O Instituto Paramitas está oferecendo este curso gratuitamente.

MATRICULE-SE agora mesmo!

Saiba quais as VANTAGENS do curso clicando aqui

E aproveite para participar do Fórum de Discussão clicando aqui

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Site para crianças com Deficiência Auditiva

Amigos, em uma lista de professores blogueiros que participo a colega Jenny compartilhou uma dica bem legal: a de um espaço na internet criado especialmente para crianças com deficiência auditiva, os nossos queridos surdos. No site existem jogos onde a criança, sendo surda ou não, desenvolve o vocabulário, e auxilia na aprendizagem do português escrito: verbos, substantivos, pronomes, adjetivos, em duas línguas: LIBRAS e Português. Clicando nas figuras e brincando o usuário aprende o nome das coisas.
Ainda existe também a opção de pintar, com ferramentas bem legais. Vale um click, Aqui.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Brincar de Ópera (proposta de oficina)

Brincar de Ópera é um projeto (proposta de oficina) desenvolvido no ano de 2005, na Fundação Curro Velho como resultado de oficina de capacitção para os professores e instrutores daquela instituição, intitulada "Metodologia: Faz de Conta" ministrada pelas Doutoras em teatro Wlad Lima e Olinda Charone. Ou seja, cada integrante, na conclusão da oficina deveria entregar um projeto como resultado da vivência. Foi bem especial. Então, a quem interessar possa, disponibilizo com maior boa intenção, com certo receio, mas disponibilizo. Afinal a proposta do blog é discutir a arte-educação e também propor atividades, possibilidades.

Vejo que a ópera, de forma mais simplificada, em forma de opereta é viável e, o mais legal: engloba diversas linguagens artísticas.

Espero que gostem (e comentem), foi feito há um tempão, foi na época direcionado para crianças, mas é totalmente adaptável, portanto, onde se lê "crianças" entenda-se também, "alunos". O uso deste projeto deve ser feito com responsabilidade, sempre respeitando a obra, seu autor, como pricípio ético e moral.

Eis o projeto:

PROJETO

Brincar de Ópera

Argentino Campos de Melo Neto


APRESENTAÇÃO

Toda criança (e adulto também) gosta de brincar... e quando a brincadeira se une com o fazer artístico, além de descontraído, o processo de criação é organizado com mais facilidade. Brincando, a criança interage com o grupo e com ela mesma, desenvolvendo a construção de seu olhar, de suas idéias e da sua opinião, pois todo o ser humano também gosta de falar e de ser ouvida.

A proposta da oficina “Brincar de Ópera” é desenvolver junto com as crianças a construção e exibição de uma ópera popular, considerando que a ópera é, antes de tudo, uma maneira bastante interessante de contar uma história.

Interessante porque a história contada numa ópera movimenta várias linguagens artísticas como a representação teatral, a poesia, a música instrumental e o canto, além disso, traz a possibilidade de compartilhar com as crianças todas as etapas da construção e exibição deste espetáculo incluindo a montagem, construção do cenário, figurino dos atores, enfim tudo.

A proposta inicial é estimular as crianças a falarem das suas experiências cotidianas através do desenho, do texto e de outras dinâmicas para chegar a um tema comum e iniciar a construção da história a ser contada.

Depois de construir a história e a maneira como querem contá-la, tanto a escolha dos personagens como todo processo em si fica mais organizado e mais divertido, pois estarão exercitando várias linguagens artísticas fazendo o que mais gostam: brincar.

OBJETIVOS

GERAL: Montar uma ópera infantil com a participação efetiva das crianças, tanto na escolha do tema como na sua montagem.

ESPECÍFICOS: Ensinar de forma lúdica e divertida como se planeja e se monta uma ópera em suas várias etapas.

Possibilitar a integração das linguagens artísticas em torno de um eixo comum.

Formar cidadãos conscientes da própria história e do papel que exercem na sociedade.

Conteúdo programático:

Dinâmicas de grupo
Exercícios de criatividade
Elaboração do tema
Criando personagens
O que é ópera?
Classificação de vozes na ópera
Exercícios vocais e canto
Trilha sonora (Prelúdios e recitativos)
Confecção de figurino
Confecção do cenário
Mostra de resultado



METODOLOGIA

Através de exercícios de criatividade e dinâmicas de grupo, chegaremos a escolha do tema a ser desenvolvido. Através do tema, definiremos os personagens principais e secundários e seus respectivos diálogos. Será feito um estudo mais aprofundado sobre a estrutura de uma ópera e aí então, começaremos a “desenhar” a ópera, escrever sua divisão em atos e cenas.

Estudaremos a classificação de vozes na ópera, bem como faremos exercícios vocais e coro que é prática de cantar em grupo. A partir dos “diálogos cantados”, comporemos os prelúdios, que são as músicas (instrumentais) que abrem tanto a ópera como cada ato.


De acordo com os personagens, definiremos se em determinada cena é preciso o uso de Árias (canções cantadas por um solista); duetos, trios, coros ou recitativos. Os recitativos entremeiam os números de cena, são o recheio necessário à costura dramática da ópera.


Depois de definirmos todos os atos, confeccionaremos os figurinos e o cenário para enfim apresentarmos o resultado.



Equipe:

Direção geral
Direção musical & Preparação vocal
Direção cênica
Guarda-roupista
Iluminador
Cenografia (feito pelos alunos)
Figurinos (feito pelos alunos)
Elenco: alunos

Para saber mais, indico o blog Ópera para principiantes onde aprendemos junto com seu editor. Achei interessante a descrição feita pelo autor do blog:"Um blog sobre opera, onde um principiante na coisa vai falando e comentando as coisas que descobre". Ou seja, ele se coloca no lugar de aprendiz, fundamental para qualquer professor.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Ideia para discutir criatividade em sala de aula

O texto a seguir foi retirado do livro Filosofando, de Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins. Transcrevi e posto quase na íntegra o capítulo Criatividade por acreditar na contribuição do texto para reflexão e até mesmo como proposta de atividade. As possibilidades são muitas.

Nesse estudo acima, para seu famoso quadro Antropofagia (1929, a pintora modernista brasileira Tarsila do Amaral,escolhe elementos que entrarão em sua composição e que, depois, serão retrabalhados em função de seu melhor aproveitamento do ponto de vista da forma pictórica. É sempre interessante poder acompanhar a evolução de uma idéia artística.

Antes da discussão dos conceitos, sugerimos a seguinte atividade para se feita em grupo: tracem, em uma folha de papel, 24 círculos de aproximadamente, cinco centímetros de diâmetro e desenhem livremente em seu interior o que quiserem, durante quinze minutos. Em seguida, façam um levantamento de todos os desenhos e apresentem para o grupo os mais comuns e os mais incomuns. A partir disso, discutam o que é criatividade.


Criatividade

Quando começamos a discutir sobre criatividade, parece sempre que ingressamos num universo um tanto mágico, habitado por deuses, seres que possuem o dom da criatividade, geralmente na área das artes, que é negado ao comum dos mortais. Chamamos de criativas as pessoas que sabem desenhar, tocam algum instrumento, têm alguma habilidade manual “especial”, como pintar camisetas ou ser bom marceneiro; enfim, as que sabem fazer coisas que a maioria das pessoas não sabe.
Será que basta habilidade técnica para ser criativo? Ou será que a criatividade envolve processos mais complexos?

Vamos começar a discutir esse assunto partindo de alguns significados da palavra criar e de seus derivados criador, criatividade e criativo que constam no dicionário:

Criar. V. t. d. 1. Dar existência a; tirar do nada. 2. Dar origem a; gerar, formar. 3. Dar princípio a; produzir, inventar, imaginar, suscitar.
Criador. Adj. 3. Inventivo, fecundo, criativo.
Criatividade. S. f. 1. Qualidade de criativo
Criativo. Adj. Criador

Podemos ver nesses vocábulos que a criatividade pressupõe um sujeito criador, isto é, uma pessoa inventiva que produz e dá existência a algum produto que não existia anteriormente. Vemos também que imaginar é uma forma de inventar ou criar um produto. Portanto, esse produto da atividade criativa de um sujeito não é, necessariamente, um objeto palpável, mas pode ser uma idéia, uma imagem, uma teoria.


Criatividade como capacidade humana

Levando em conta essa discussão, percebemos que a criatividade é uma capacidade humana que não fica nada confinada no território das artes, mas que também é necessária à ciência e à vida em geral. A ciência não poderia progredir se alguns espíritos mais criativos não tivessem percebido relações entre fatos aparentemente desconexos, se não tivessem testado essas suas hipóteses e chegado a novas teorias explicativas dos fenômenos.


A imaginação

O processo de trabalho do cientista aproxima-se do processo de trabalho do artista. Ambos desenvolvem um tipo de comportamento denominado “exploratório”, isto é, dedicam-se a “explorar” as possibilidades, “o que poderia ser”, em vez de se deter no que realmente é. Para isso, necessitam da imaginação. Assim, um dos sentidos de criar é imaginar. Imaginar é a capacidade de ver além do imediato, do que é, de criar possibilidades novas. É responder à pergunta: “se não fosse assim como deveria ser?”.

Se dermos asas à imaginação, se deixarmos de lado o nosso senso ridículo, se abandonarmos as amarras lógicas da realidade, veremos que somos capazes de encontrar muitas respostas para a pergunta. Este é o chamado pensamento divergente, que leva muitas respostas possíveis. É o contrário do pensamento convergente, que leva a uma única resposta, considerada certa. Por exemplo, à pergunta “”Quem descobriu o Brasil, só há uma resposta certa: Pedro Álvares Cabral. Para a pergunta “Se os portugueses não tivessem descoberto o Brasil, como estaríamos hoje?”, há inúmeras respostas possíveis. A primeira envolve memória; a segunda, imaginação.

Tanto o artista quanto o cientista têm de ser suficientemente flexíveis para sair do seguro, do conhecido, do imediato, e assumir os riscos ao propor o novo, o possível.

A inspiração


Nesse contexto, qual seria o lugar da tão falada inspiração? Na verdade, a inspiração é resultado de um processo de fusão de idéias efetuado no nosso subconsciente. Diante de um problema, de uma preocupação ou ainda de uma situação, obtidas as informações fundamentais acerca do assunto, o nosso subconsciente passa a lidar com esses dados, fazendo elementos. É como tentar montar um quebra-cabeças: experimentemos ora uma peça, ora outra, até acharmos a adequada. É o momento em que a imaginação é ativada para propor todas as possibilidades, por mais inverossímeis que sejam. Desse jogo subconsciente surgirão em nossa consciência sínteses e novas configurações dos dados sobre as quais trabalhará nosso intelecto, pesando-as, julgando-as, adequando-as ao problema ou à situação. Ao surgimento dessas sínteses em nossa consciência damos o nome de inspiração. Tanto o artista quanto o cientista trabalham intelectualmente a inspiração. O artista tem de decidir entre materiais, técnicas e estilos para a produção da sua obra. O cientista tem de elaborar e testar as suas hipóteses para chegar a uma teoria ou produto novos.

Vimos no início da postagem o projeto deste quadro (Antropofagia), antes do pictórico colorido impresso de forma magistral por Tarsila do Amaral

Podemos a partir da discussão com os alunos, pedir que desenvolvam com suas palavras, as seguintes questões:

1. Qual o papel da imaginação no ato de criar?
2. O que é imaginação?
3. O que é inspiração?
4. No texto, identifique semelhanças entre o artista e o cientista.


Vamos criar!

E comentar também...

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Por que não fazer isto na escola?

A observação que faço, quando vejo este vídeo "Cuidado, tinta fresca" é que podemos fazer muito mais com nossos alunos. Penso que podemos ousar mais e possibilitar vivências experimentais em arte. Também a comunidade seja ela o bairro, a escola, é carente deste tipo de experimentação. Só os professores de arte é que podem propor este tipo de atividade para um "não-artista". Experimentemos. Façamos acontecer.

Por que não fazer isto na escola?

terça-feira, 5 de maio de 2009

Macaco e Macarrão

Somente para os leitores do blog, revelo uma dinâmica/brincadeira/vivência chamem como queiram, o importante é fazer, crianças adoram. O seguinte é o que segue:
O comando é → macaco: os alunos sobem nas cadeiras ou onde quer que seja;
Macarrão: os alunos ficam grudadinhos igual a macarrão no meio da sala.
O legal é que como são palavras do mesmo prefixo, dá para fazer um certo mistério, por exemplo, falo maca...co ou maca...rrão, ou ainda, falo bem rápido macaco, macarrão, macaco, macarrão, macarrão. Sempre tem alguém que erra. Quando isto acontece peço para este que cante uma música ou imite um animal.

Em breve mais pérolas da arte-educação